A minha compreensão, limitada pela minha própria existência, não pode abarcar a complexidade e a riqueza das vivências de quem não sou. Julgar a realidade alheia é um ato de presunção, uma tentativa de impor a minha própria estrutura de significado sobre a experiência de outra pessoa. Isso não só ignora a validade da perspectiva individual, como também pode levar a preconceitos e a uma compreensão incompleta e distorcida da situação. Em vez de julgar, é mais produtivo buscar compreender. Ouvir atentamente, mostrar empatia e tentar ver o mundo através dos olhos da outra pessoa, mesmo que isso signifique transcender as minhas próprias limitações. A busca por entendimento mútuo, o respeito pela diversidade de perspectivas, e a humildade em reconhecer a incompletude do nosso conhecimento são fundamentais para uma convivência harmoniosa e produtiva. A minha ignorância sobre a experiência de outrem não me dá o direito de julgar, apenas a obrigação de aprender e crescer. 6 leituras que me engrandecem a alma 😊




